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Alfabetização no Transtorno do Espectro Autista

Alfabetização no Transtorno do Espectro Autista

Alfabetização no Transtorno do Espectro Autista

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é algo que deve ser levado sempre em conta, principalmente as características que cada pessoa demonstra em seu cotidiano. É importante partir dessa premissa, pois a alfabetização pode ser influenciada por diversos fatores. No autismo não é diferente.

Um detalhe que muitos pais e educadores precisam ter em mente é que o TEA se configura como uma condição, cujos traços característicos causam impacto na habilidade social, na fala e na linguagem; na comunicação verbal e não verbal; e no aspecto comportamental.

Sendo assim, será que existe uma maneira específica que consiga abranger a alfabetização de forma eficaz às crianças que convivem com o TEA? Há algum empecilho que possa ser considerado na hora trabalhar com a função pedagógica de aluno? Esses questionamentos sempre são trazidos aos consultórios. Isso significa o quanto um acompanhamento com especialista pode ser benéfico.

Como é feita a alfabetização no TEA?

Levando-se em conta que o TEA apresenta espectros; ou seja, variações diversas em suas maneiras de se manifestar em uma pessoa, percebe-se que não há uma fórmula pronta para alfabetizar uma criança com autismo.

O que pode ser feito é analisar quais as necessidades mais prementes do pequeno a fim que se estabeleça um roteiro que atenda à sua demanda. Vale ressaltar que além da equipe de educadores, a presença de terapeutas também deve ser frequente.

Por que o aspecto interdisciplinar é importante?

Justamente para que cada especialista dê prosseguimento à terapia que os outros profissionais estão utilizando. É um trabalho em conjunto e que precisa dessa cooperação para resultados proveitosos.

O que os educadores devem fazer para começar a alfabetização?

Alfabetizar é sempre um desafio. Quando se trata de uma criança diagnosticada com TEA, o ponto a ser considerado é o conjunto de características do pequeno: percepção de mundo, sensações, desenvolvimento linguístico, comorbidades, etc.

Todos esses itens são imprescindíveis, mas eles estão intimamente ligados a um aspecto que é o ponto principal para professores e profissionais de diversas áreas: o pensamento da criança. Qual a maneira que ela encontra para lidar com suas dificuldades.

Interessante lembrar que se a criança apresentar algum transtorno que apareça simultaneamente ao TEA (comorbidades), alguns traços comportamentais devem se manifestar com mais intensidade.

Avaliação psicopedagógica: um passo crucial para a alfabetização

A importância dessa etapa está no fato de os profissionais poderem realizar uma análise que investigue a cognição, a psicomotricidade; os aspectos sociais e afetivos da criança. Esses fatores representam uma enorme contribuição na hora de alfabetizar o aluno com autismo.

Identificar a maneira que a criança aprende

Esse detalhe também não deve passar despercebido, uma vez que a forma a qual o estudante vai processar o conteúdo é bastante relevante. A partir do momento em que a equipe pedagógica obtiver essa percepção, o próximo passo será o de adequar o ambiente às necessidades do pequeno.

Um ambiente lúdico

Alfabetização combina com diversão. Suas aulas podem ter muita música, teatro, gincanas e tudo mais que atraia a atenção de uma criança com autismo, desde que ela esteja devidamente assistida por especialistas.

Fonte: Neuro Saber

2018-04-02T17:43:54+00:00